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11.02.2020 - 11h56
Trecho do Castelhano receberá desassoreamento nos próximos dias
Por Vanessa Behling
Fonte: Assessoria de Imprensa
Foto: Vanessa Behling/AI PMVA
Retirada de terra acumulada no Arroio em trecho nas proximidades da ponte na RSC-453 promoverá mais vazão da água

A fim de solucionar a problemática do acúmulo de água, em lavouras e matas, proveniente do Arroio Castelhano na região próxima a ponte na RSC-453, a Prefeitura, a partir de ação conjunta das Secretarias de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Rural, realizará o desassoreamento de um trecho de cerca de 400 metros no Arroio nos próximos dias.

De acordo com o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Clóvis Schwertner, o local é atingido por conta de uma sanga que se formou quando o Arroio ‘sobe’. Ao baixar, boa parte da água permanece nesta sanga, que é mais alta que o nível do Arroio, e não tem para onde escoar. “Com isso propriedades em direção a Assespe no Grão Pará são afetadas, assim como as matas, árvores, acabam apodrecendo”. Segundo ele, a retirada de terra acumulada no leito promoverá mais vazão a água, que não subirá com tanta facilidade. Além disso, a sanga deve ser fechada.

O desassoreamento ocorre após, no último trimestre do ano passado, ter sido feita a retirada de galhos e troncos de eucalipto procedentes de um mato nas proximidades, além de resíduos sólidos, como garrafas pet, pneus e outros materiais que obstruíam o canal de passagem do arroio.

As máquinas da Prefeitura já estão trabalhando no local para melhorar o acesso para o desassoreamento na próxima semana. “Com as licenças em ordem, as máquinas da Prefeitura já estão melhorando o acesso ao Arroio, pois as máquinas contratadas não chegam ao leito se não fizermos este trabalho antes”, explica Schwertner.

O Secretário ainda completa que ‘há urgência na realização desse serviço, pois temos que aproveitar o leito baixo. Se voltar a chover, acredito que por meados de março, isso já não será mais possível”. Além da retirada da terra, materiais descartados irregularmente também estão sendo recolhidos. “Precisamos de uma maior conscientização da população. O Castelhano não pode servir de depósito para carcaças de eletrodomésticos e lixo em geral”.

A contratação do serviço de retirada da terra se fez necessária por conta do longo alcance do braço da draga, que chega a 15 metros, enquanto a da Prefeitura tem cinco metros. O trabalho será feito a partir de recursos do Fundo Municipal de Meio Ambiente. O aporte, aprovado pelo Conselho, será de até R$ 30 mil. Responsáveis pela empresa que realizará o serviço estiveram no local fazendo uma vistoria na tarde desta segunda-feira, 10.

 

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